[Minicurso] Case studies and process-tracing

Neste semestre de 2019.2, o Laboratório de Metodologia do Instituto de Relações Internacionais/PUC-Rio promoveu o Minicurso de  Case Studies and Process-Tracing que foi ministrado pelo Professor Dr. Stefano Guzzini ( IRI – Puc-Rio)  nos dias 13,18 e 19 de Novembro de 18h às 21h (9h totais), no auditório do IRI – PUC-Rio.

O objetivo do minicurso consistiu em introduzir os estudandes nas diferentes ocigas de analise comparativa e desenvlver estrategias interpretativas de pesquisa pra analie de estudos de caso. DIante disso, as trÊs sessões foram dividias nas seguintes temáticas: Parte 1: compreendendo estudos de caso qualitativos; Parte 2: Metdologia inetrretativa para um estudo de caso ; Parte 3: abrindo a caixa preta e intrduzindo a temporalidade: process-tracing e mecanismos sociais e causais.

Ementa completa e Bibliografia Indicada

Stefano Guzzini

STEFANO GUZZINI (IRI- PUC Rio)

Professor Guzzini holds a degree from l’Institut d’Études Politiques de Paris, Master’s in Economics from LSE and Ph.D. in Social & Political Sciences from European University Institute. His areas of expertise are: foreign policy analysis (applied: US, German, French foreign policy), Theories of International Relations and International Political Economy (applied: realism and constructivism); Power Analysis.

 

[MINICURSO] AFETOS E POLÍTICA: UMA ABORDAGEM TRANSINDIVIDUAL

No semestre de 2019.2, o Laboratório de Metodologia do Instituto de Relações Internacionais/PUC-Rio promoveu o Minicurso de  Afetos e Política: uma Abordagem Transindividual,  ministrado pelo Professor Dr. Rodrigo Nunes (PUC-Rio),  nos dias 29, 30 e 31 de Outubro de 18h às 21h (9h totais), no auditório do IRI 2.

O professor buscou apresentar como a partir de trabalhos pioneiros de Eve Sedgwick e Brian Massumi no início deste século, há cerca de 15 anos tem-se falado de uma “virada afetiva” nas ciências humanas. Nesse sentido, o curso se propôs a ler esta tendência recente à luz de algumas de suas referências teóricas mais importantes –– sobretudo os trabalhos de Baruch Spinoza no século XVII e de Gilbert Simondon e Gilles Deleuze no século XX –– a fim de responder a pergunta: de que maneira uma teoria dos afetos pode contribuir para pensar a política?

Guiados por esta questão,buscou-se na literatura sobre os afetos recursos pensar algumas das questões centrais da filosofia política (a formação de grupos, os processo de identificação, os mecanismos de reprodução social e ruptura, a psicologia de massas), bem como alguns temas que têm voltado à baila em anos recentes (populismos, fascismos etc.), de modo a verificar a utilidade desta abordagem tanto para a teoria como para um trabalho diagnóstico do presente. Neste percurso, também foi testada  a hipótese de que uma teoria dos afetos nos serve para desenvolver uma abordagem transindividual da política, escapando às aporias tanto do individualismo quanto do holismo.

Você tem acesso as gravações das aulas nos seguintes links

Aula  1- 29 de Outubro de 2019

Aula 2 – 30 de Outubro de 2019

Aula 3 – 31 de Outubro de 2019

RODRIGO NUNES

PhD em Filosofia pela Universidade de Londres. Professor do Departamento de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) desde 2013.

[MINICURSO] INTRODUÇÃO À ANÁLISE DO DISCURSO CRÍTICA PARA RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Neste semestre de 2019.2, o Laboratório de Metodologia do Instituto de Relações Internacionais/PUC-Rio convidou xs  alunxs do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais e professores do IRI a participarem do minicurso Introdução à Análise do Discurso Crítica para Relações Internacionais. O Minicurso foi ministrado pelo Professor Dr. Rodrigo Borba (UFRJ) nos dias 17,18 e 19 de Setembro de 18h às 21h (9h totais), no auditório do IRI2.

 No primeiro dia de minicurso o Professor introduziu uma série de conceitos básicos como o que é análise, o que é discurso, apresentou a diferença entre fato e discurso bem como o modelo tridimensional de análise crítica do discurso e como os termos discurso e crítica relacionam-se na prática analítica. Para isso, Rodrigo Borba engajou-se em uma série de exemplos trabalhados em sala de aula que consistiram em discursos textuais e visuais como é possível observar nos slides utilizados.

No segundo dia de atividades (18 de Setembro de 2019),  a partir de exemplos de prática analítica foram trabalhados os conceitos de poder no discurso e atrás do discurso. Além disso, foram discutidas as noções de discurso e hegemonia e ideologia na perspectiva Marxista, Gramisciana, Foucaultinana e por fim da análise crítica do discurso utilizada por Fairclough afim de compreender os modos gerais de operação da ideologia

Por fim, no dia 19, em duplas ou trios, xs alunxs trouxeram textos de fontes diferentes sobre um tema relevante para o campo das Relações Internacionais atualmente. Entre os temas escolhidos giravam em torno do BREXIT, questões Ambientais, “Ideologia de Gênero” e populismo e nacionalismo.

Materiais Utilizados

Slides

Áudio dia 17  de Setembro

Áudio dia 18 de Setembro

Áudio dia 19 de Setembro 

 

 

RODRIGO BORBA

Professor do Departamento de Letras Anglo-Germânicas e do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro  

[MINICURSO]“Ethnography as a generator of encounters and experiences”

Nos dias 22, 23 e 24 Maio de 2019, o Laboratório promoveo o Minicurso “Ethnography as a generator of encounters and experiences” oferecido pelo professor James Turner (Goldsmith’s University). James é pesquisador e gestor de projetos GlobalGRACE (Gênero Global e Culturas de Igualdade), pesquisando arte e construções de gênero decolonial em RI.

Na Academia estamos acostumados a pensar em pesquisa em termos de “produzir dados” e “conhecimento”,  entretanto, mesmo sendo considerações importantes, a visão derivada dessa perspectiva pode obscurecer outras possibilidades e modos de saber. Nesse minicurso pretendeu-se explorar o potencial da etnografia para gerar outros tipos de experiencias e encontros que outros métodos não podem observar para então, considerar as outras formas de conhecimentos que daí emergem.

No primeiro dia, 22 de maio, tivemos uma breve apresenação sobre a história da etnografia com foco na questão da representação e a problematica em torno disso na academia. Posta essa questão, iniciou-se um debate sobre a importancia da reflexividade na pesquisa e a importancia de considerar tanto os aspectos macro estruturais bem como nossas posicionalidades pessoais enquanto pesquisadores. Na segunda metade da sessão, utilizamos o livro do antropologo Tim Ingold (2013) ‘Making: Anthropology, Archaeology, Art and Architecture’ que contribui para repensar a ideia de conhecimento e prática de pesquisa.

No segundo dia, após uma breve orientação na qual foram passadas aos alunos algumas perguntas orientadoras fomos até o Shopping da Gávea para uma “mini-excursão etnografica” durante uma hora.  Finalmente, no último encontro discutimos nossas impressões quanto a experiencia do dia anterior e os diferentes tipos de conhecimento gerados  a partir desse “campo”, finalizando com uma discussão sobre a aplicabilidade desse método em nossos temas de pesquisa.

Os audios referentes aos três encontros podem ser encontrados aqui.

Resultado de imagem para james turner goldsmithsJames TurnerSenior Research Associate and Project Manager for GlobalGRACE (Global Gender and Cultures of Equality)
Research interests: Graffiti and Street Art and Intersectionality in Brazil

 

[MINICURSO] Ética em Pesquisa

 O Laboratório de Metodologia do IRI/PUC-Rio realizou os dois primeiros encontros do Minicurso “Ética em Pesquisa” coordenados pelxs professorxs Antonio Carlos de Oliveira e Ilda Lopes Rodrigues da Silva, ambxs do Departamento de Serviço Social/PUC-Rio.

 Os dois primeiros encontros aconteceram nos dias 4 e  11 de dezembro de 2018 no auditório do IRI 2, à Rua Marquês de São Vicente, 232, Gávea, de14h às 17h. Essas sessões trataram de questões gerais sobre ética na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas, além de abordarem especificamente a resolução 510 da PUC-Rio, a criação e o funcionamento do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da PUC-Rio, seus procedimentos e normas, que atualmente se aplicam a todas as pesquisas da universidade. Foram mencionados exemplos de formulários, termos de consentimento e desenho de pesquisa.

A terceira sessão do Minicurso aconteceu no dia 11 de Março de 2019, entre 15h e 18h no auditório do IRI 2. A mesma foi ministrada pelxs pesquisadorxs Manuela Trindade Viana (IRI-PUC-Rio), Renata Summa(IRI-PUC-Rio, e FGV) e Daniel Sebastián Granda (IRI-PUC-Rio), onde ouvimos sobre suas experiências com pesquisa de campo.

Os materiais utilizados nas três sessões bem como as gravações encontram-se disponibilizados abaixo:

Audio Sessão 04.12.2018- Professor Dr.  Antonio Carlos de Oliveira

Audio Sessão 11.0.2019 – Pesquisadoras Manuela Trindade, Renata Summa e Daniel Sebastian Granda Henao.

Apresentação de Slides 04.12.2018 – Professor Dr. Antonio Carlos de Oliveira

Apresentação de Slides 11.03.2019- Professora Dra. Manuela Trindade Viana


Antonio Carlos Oliveira

Possui graduação em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1987), mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1999) e doutorado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2011). Atualmente é professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e líder do Grupo de Pesquisa do CNPq “Famílias, Violência e Políticas Públicas”. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Jurídica, atuando principalmente nos seguintes temas: famílias, cuidados, políticas públicas, violência intrafamiliar e abuso sexual.


Daniel Sebastian Granda Henao.

Candidato a doutor em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, sua tese de doutorado trabalha com a perspectiva de uma etnografia multisituada, desde a pesquisa ativa e engajada junto com as comunidades indígenas em resistência em Chiapas sobre o assunto da guerra e da autonomia como forma de compreender uma forma de decolonização da vida política e a ‘segurança’. É Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília. Formado em Ciência Política pela Universidad Nacional de Colombia- sede Medellín. Interessado em temas relacionados aos Estudos Decoloniais, Estudos de gênero e sexualidade, Política Internacional Latino-Americana, Segurança Internacional e Metodologias e Métodos de pesquisa nas ciências sociais.


Ilda Lopes Rodrigues da Silva

Possui Graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1964) e Mestrado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1976). É Livre-Docente em Serviço Social pela Universidade Gama Filho (1994). Atualmente é professora associada do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com atuação na Graduação e Pós-Graduação. Coordenadora do Grupo de Estudos “Diálogos com Hannah Arendt: Espaço Público e Política” no Departamento de Serviço Social da PUC-Rio. Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase em família, criança, adolescente, idoso e área de saúde. Desenvolve pesquisas, principalmente nos seguintes temas: violência doméstica, direitos da criança e do adolescente, direitos da mulher, direitos do idoso, serviço social e família. Estuda ética em pesquisa e filosofia política.


Manuela Trindade Viana

Professora do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (IRI PUC-Rio), instituição em que também ocupa a posição de Coordenadora do curso de Graduação em Relações Internacionais. Doutora em Política Internacional pelo IRI PUC-Rio e Mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (DCP-USP). É pesquisadora-colaboradora do Global South Unit for Mediation (GSUM); Research Fellow do Centre for Military Studies (CEMIS), Faculty of Military Science, Stellenbosch University. Suas áreas de interesse incluem: profissionalização de policiais e militares e dinâmicas de multiplicação/transformação das fronteiras entre guerra e crime na política (internacional) contemporânea.


Renata Summa                                                                                                                            É doutora em Relações Internacionais pela PUC-Rio (com estágio doutoral na Open University, UK), mestre em Relações Internacionais pela Sciences-Po Paris e bacharel em Jornalismo pela Universidade de São Paulo. É professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio, e coordenadora adjunta da graduação no mesmo instituto. Foi pesquisadora visitante (2018) do Centro de Estudos do Sudeste Europeu em Graz, na Áustria. Autora de “Boundaries, Borders and Post Conflict Societies”, Palgrave, 2019.

 

[Minicurso] Complexidade e Cotidiano: Práticas de Escrita, Hábitos de Leitura 2018.1

O Laboratório de Metodologia do IRI/PUC-Rio realizou o  minicurso Complexidade e Cotidiano: Práticas de Escrita, Hábitos de Leitura, com o professor Gustavo Naves Franco (UNIRIO) nos dias 16, 23 e 29 de março de 2018 na biblioteca do BRICs Policy Center.

O curso oferecereu uma discussão teórica e uma abordagem prática de problemas relacionados à escrita e à leitura na atividade acadêmica. Serão debatidas as condições e demandas que uma concepção moderna do conhecimento científico impõe ao trabalho de pesquisa, gerando dificuldades muitas vezes negligenciadas para as práticas de escrita e
hábitos de leitura de estudantes e pesquisadores. Comparativamente, noções alternativas de conhecimento científico serão analisadas em seu potencial de conferir à escrita e à leitura um papel terapêutico – ou seja, menos voltado para a obtenção de resultados infinitamente progressivos, e mais adequado à preservação do dinamismo vital, ao
estímulo das capacidades cognitivas e ao cultivo da sensibilidade e da criatividade dos indivíduos. Com isso, devem ser pensados métodos e técnicas capazes de fazer com que a escrita e a leitura ocupem este papel na vida cotidiana dos alunos, considerando também aspectos contextuais de sua experiência imediata, como a percepção do tempo, do espaço urbano e da circulação de informações nos meios de comunicação interconectados. A práticas de escrita e os hábitos de leitura podem então ser pensados em consonância com a posição dos indivíduos em meio às redes de complexidade nas quais se situam
cotidianamente. Trata-se de dar atenção às condições materiais, ambientais e interpessoais da escrita e da leitura na atividade acadêmica, de modo a pensá-las não apenas como meios e/ou obstáculos para a produção e divulgação do conhecimento científico, mas também como componentes centrais do processo de investigação e diálogo acadêmico. Componentes que, por um lado, requerem cuidados particulares para que suas demandas não se transformem em motivos de ansiedade, e por outro podem oferecer eles próprios alguns exercícios e cuidados necessários à saúde e à vitalidade de estudantes e
pesquisadores.

       Os aúdios das aulas estão disponíveis pelos seguintes links:

Aula 01 (16 março): aqui.

Aula 02 (23 março): aqui.

Aula 03 (29 março): aqui.


Gustavo Naves Franco é Professor Adjunto do Departamento de Letras da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Diretor da Escola de Letras da UNIRIO (quadriênio 2016-2020). Ele é mestre e doutor em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e bacharel em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desenvolve pesquisas e tem artigos e ensaios publicados nas áreas de Literatura Comparada, História Literária, Teoria da História e História da Escrita e da Leitura.

[Minicurso] The Practical Turn and World Politics 2017.2

 

Entre os dias 11 e 13 de dezembro de 2017, o Laboratório de Metodologia do IRI/PUC-Rio ofereceu o segundo minicurso semestral ministrado pelo professor Jonathan Luke Austin do Graduate Institute of Geneva (Suíça) no BRICs Policy Center.

Atualmente, Jonathan Austin realiza seu Pós-Doutorado no Centre on Conflict, Development and Peacebuilding do Graduate Institute. Ele possui experiência nas áreas de Teoria Social e Filosofia, com tema de pesquisa que explora as ontologias globais de violência política. Além disso, Jonathan tem mais de uma décade de pesquisa de campo no Oriente Médio (Síria, Líbano, Iraque, Palestina, Jordânia, Turquia) e trabalhos publicados em revistas internacionais tais como European Journal of International Relations, Review of International Studies, International Political Sociology, dentre outras.

Nesse minicurso específico, Jonathan Austin abordou práticas do cotidiano imaginando seu impacto no mundo social. Austin parte da prerrogativa de análise no qual considera aportes teóricos e empíricos a partir de abordagens da práticas da teora social. Essa metodologia tem informado gradativamente o campo das Relações Internacionais, especialmente no que tange à Sociologia Política Internacional (IPS).

O curso foi dividido em três seções, cada uma explorando uma teoria diferente da escola de prática e seu uso no IR, bem como estudos de caso empíricos concretos de como essas abordagens lançam luz sobre a política mundial. A primeira seção explora práticas de violência, incluindo tortura, execuções extrajudiciais e alvos de civis em guerra e conflito. Esses fenômenos são explorados através de abordagens de prática pragmatista (Bruno Latour, Harold Garfinkel e Luc Boltanski). A segunda abordagem explora práticas de resistência na política mundial, incluindo tipos de movimentos de protesto, movimentos contraculturais “subterrâneos” e além. Explora essas práticas através de sociologias de prática “críticas” (Pierre Bourdieu, mais proeminente, mas também Loïc Wacquant e Marcel Mauss). A terceira seção explora as práticas de estratificação na política mundial, incluindo o desenvolvimento de binários pós-coloniais de núcleo-periferia, a estratificação socioeconômica dos estados e a representação desigual dentro das Organizações Internacionais. Esses tópicos finais de interesse são descompactados através de abordagens simbólicas interacionistas e dramatúrgicas para estudar a prática (Goffman, Mead, Blumer).

Para maiores informações, acesse o programa do curso: austin_puc_practice

Para acessar o conteúdo das aulas, os aúdios estão disponibilizados a seguir: http://drive.google.com/open?id=1sJI9mCQ_cf7DRjKclmY2-T-ajqrOG5Di